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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Leite materno é fonte de ômega 3


A amamentação é um vínculo muito importante entre mãe e filho, que protege a criança contra várias infecções e previne a mortalidade infantil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) o leite materno é um alimento completo e deve ser exclusivo durante os primeiros seis meses de vida.
Os benefícios associados ao aleitamento materno exclusivo são numerosos, além de conter anticorpos, fatores imunomoduladores e anti-inflamatórios que não podem ser reproduzidos. O que muitas mães não sabem é que o leite humano também é fonte de DHA (ácido docosahexaenoico), um lipídio da série Ômega-3 que promove o desenvolvimento cognitivo e visual na infância, e que perdurará por toda a vida. O DHA contido no leite materno é frequentemente apontado como responsável ​​pela relação causal entre aleitamento materno e QI (quociente de inteligência) mais alto.1 No entanto, os níveis de DHA presentes no leite materno dependem dos alimentos consumidos na dieta da mãe.
O DHA é encontrado em diferentes tecidos no corpo e representa cerca de 97% do Ômega-3 localizado no cérebro e 93% no olho, além de ser um componente chave do coração. Estudos demonstram que é importante fortalecer a suplementação de DHA a partir do último trimestre de gravidez, quando ocorre um crescimento importante do bebê, até os cinco primeiros anos de vida.
Por mais de uma década cientistas de todo o mundo têm demonstrado os benefícios desse lipídio durante a gestação e amamentação. “Para o bebê ter acesso à quantidade ideal do nutriente é necessário que a mãe faça a ingestão de alimentos ricos em DHA na gravidez e lactação,” explica o Dr. Mário Cícero Falcão, pediatra e nutrólogo, professor da Faculdade de Medicina da USP.
Durante a gravidez o DHA tem efeitos positivos relacionados à prematuridade e baixo peso ao nascer, como evidenciado no estudo "DHA supplementation and pregnancy outcomes” (Os resultados da suplementação de DHA e gravidez) liderado pela Dra. Susan Carlson, na Universidade de Kansas, nos Estados Unidos.
Esse estudo contou com a participação de 350 mulheres grávidas que foram divididas em dois grupos, um recebendo um suplemento com 600 mg de DHA de algas por dia contra um grupo de controle que recebeu placebo, durante as 14 semanas finais da gestação. Os resultados mais representativos foram que as mulheres que receberam a suplementação de DHA, ao contrário das outras, apresentaram uma gestação mais longa, e os bebês nasceram maiores, tanto em altura quanto em peso. Também foi observada uma menor incidência de baixo peso (<1.500 g) e parto prematuro (<34 semanas) em comparação com o grupo que não recebeu o suplemento.2
Assim, o estudo de Carlson conclui que a suplementação de DHA durante a segunda metade da gravidez, proporciona uma gestação mais longa. “Isso significa uma redução do risco de parto prematuro e baixo peso ao nascer. Este ponto é especialmente importante porque a prematuridade é a principal causa de mortalidade neonatal e morbidade neurológica de curto e longo prazos, e representa um problema de saúde importante, com custos econômicos e sociais significativos para famílias e governos,” salienta o médico.
Na última década, muitos estudos têm destacado a importância do Ômega-3 DHA no desenvolvimento durante os primeiros estágios da vida. Segundo a Organização Mundial de Saúde, é recomendado o consumo diário de 200 a 300 mg de Ômega-3 do tipo DHA por dia durante a gravidez e lactação.
A ingestão de duas porções de peixe marinho de águas profundas por semana, equivalente a 99 gramas segundo a AHA (American Heart Association), fornece um suprimento adequado de DHA. O nutriente é encontrado naturalmente em peixes gordurosos de águas salgadas e frias, como salmão, bacalhau, atum, arenque, sardinha, cavala e algas, a partir das quais estes peixes se alimentam.  Para quem não tem acesso às fontes naturais de DHA, estão disponíveis suplementos com as quantidades ideais do nutriente.
Segundo dados do Ministério da Pesca, o consumo anual de peixe no Brasil é de 9 quilos por habitante, bem abaixo do mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde, de 12 quilos por habitante. A OMS, bem como outras entidades internacionais, recomenda a ingestão diária de DHA principalmente por crianças. “Até os cinco anos de idade o cérebro atinge 85% do seu tamanho final. É nessa fase que a alimentação, os estímulos e o carinho construirão as bases para um desempenho neurológico saudável que se refletirá por toda a vida,” reforça o Dr. Falcão.
O aleitamento materno também apresenta benefícios em longo prazo na diminuição dos riscos de doenças crônicas decorrentes da alimentação inadequada, como obesidade e hipertensão. Mas algumas mulheres não conseguem amamentar, nesses casos o médico ou o nutricionista são os únicos profissionais que poderão prescrever a fórmula infantil. “Esse alimento, embora não possa substituir o leite materno em suas propriedades imunológicas, possui os nutrientes corretos para a nutrição do bebê. Mais fórmulas deveriam conter DHA em quantidades recomendadas por entidades reconhecidas internacionalmente. Já leite de vaca é contraindicado para o consumo de crianças em fase de amamentação e não possui as características nutricionais adequadas para o desenvolvimento infantil,” comenta o médico.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Ler para bebês contribui para o desenvolvimento da fala e da linguagem!



Ler para o bebê é uma importante forma de estimulá-lo, pois o ensina sobre comunicação, introduz conceitos como histórias, números, letras, cores e formas de um jeito divertido.  De acordo com uma pesquisa feita pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, as crianças que vivem em um ambiente com mais livros e brinquedos possuem o córtex cerebral mais fino, o que está relacionado com maior inteligência na vida adulta.

 O estudo foi realizado com 64 crianças, que foram acompanhadas desde o nascimento até completarem 20 anos.
Segundo a psicóloga e psicanalista Christine Bruder, a leitura na infância é muito importante, uma vez que 70% de todo o vocabulário que uma criança terá aos 7 anos é construído nos três primeiros anos de vida. “Ouvir diferentes palavras ajuda a construir uma estrutura cerebral mais rica. Crianças com as quais os pais conversam e lêem frequentemente conhecem mais palavras aos dois anos que crianças que não tiveram essa oportunidade”, explica.

Por ser interativa, a leitura também ensina ao bebê a olhar, apontar, tocar e responder questões – atividades que promovem, além do desenvolvimento social, a habilidade de pensar. As palavras que se ouvem, as frases, as imagens que são mostradas. Tudo isso irá formar grande parte do repertório que ela terá. Quando um bebê chega ao primeiro ano, ele já terá aprendido todos os sons necessários para falar seu idioma nativo. E quanto mais histórias ouvir, mais palavras o bebê terá escutado e melhor será a sua capacidade de falar.

Para a psicóloga, o mais importante é a interação entre a mãe e/ou o pai e o bebê, pois ler em voz alta para a criança é uma atividade maravilhosa que pode ser compartilhada por muito tempo. “Ler com o bebê ensina que a leitura é uma habilidade que vale à pena aprender. O texto pode ser simples ou mais elaborado; o que importa é que o inspire a fazer uma leitura com vozes, sons e expressões faciais marcantes e cativantes. Uma boa narrativa transcende o significado das palavras, e introduz a criança no universo das emoções, da aventura, da cumplicidade. Se a pessoa mais importante da vida dele adora ler, então para ele o mundo da leitura e dos livros também será muito significativo”, finaliza Christine.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Atriz Cassia Linhares coleta células tronco antes de dar a luz




Mamãe de Eduarda, de quatro anos e meio, a atriz Cássia Linhares está na expectativa para a chegada de Antonio Bento.

Aos 39 anos, a atriz da Record revela que sentiu muito enjôo e pressão baixa nos primeiros cinco meses, mas nesta reta final está curtindo demais a segunda gestação. “A maturidade me trouxe um novo olhar para esse momento tão especial, por exemplo, a preocupação com o futuro da saúde de Antonio. Mesmo antes de ele nascer, já acertamos que durante o parto vamos coletar e armazenar as células-tronco do cordão umbilical que, infelizmente, não fiz o procedimento com a Eduarda”.



Cássia pesquisou bastante sobre o tema da preservação desse material genético e descobriu que ele pode ser usado também por irmãos, caso haja necessidade com 47% de chances da compatibilidade.

“Minha obstetra Fernanda Macedo me orientou e procuramos a CordCell, que é um centro de terapia celular pioneiro no Brasil”, ressalta a ela.

Em março do ano que vem, a atriz volta para a peça Querida Mamãe, em cartaz, no Rio de Janeiro. Entre as famosas clientes da CordCell estão também Juliana Paes, Samara Felippo, Sheila Mello, Bruna di Tullio, Leticia Spiller, Mel Lisboa, Wanessa Camargo.


CordCell:

Pioneira no Brasil na coleta, armazenamento e pesquisas visando o uso  terapêutico das células-tronco do cordão umbilical, com equipe especializada em transplante e estrutura laboratorial comparável aos principais centros dos EUA e Europa, a CordCell está inserida em um conceituado grupo médico com 40 anos de história e que oferece assistência integral em onco-hematologia, oncologia clínica e terapia celular.

Por não terceirizar nenhuma etapa do processo, possui um completo e moderno centro tecnológico, onde são desenvolvidas técnicas de expansão das células-tronco e busca de novas aplicações. O alto investimento em tecnologia, pesquisas e capacitação profissional faz da CordCell um dos maiores pólos de biotecnologia do mundo e o centro de terapia celular mais completo e   qualificado do País.



sexta-feira, 5 de abril de 2013

A chegada do segundo filho

Você está grávida novamente, mas se vê na situação de explicar ao filho que ainda é pequeno que ele vai ter um irmãozinho. Muitas crianças demoram um pouco a aceitar este fato, achando que perderão o lugar no coração de seus pais, mas veja algumas dicas de como explicar com carinho à criança que o irmão que vai chegar será mais um filho amado como ele é.




-Diga que o irmão será um novo amiguinho para ele brincar, mas que isso vai demorar um pouco pois a criança precisa crescer primeiro; 
-Diga que assim que o bebê nascer, ele precisará de cuidados especiais por ser muito pequeno;
-Deixe que seu filho participe de toda a preparação da chegada do bebê;
-Quando o bebê nascer, deixe-o pegar a criança no colo, assim ele não terá essa curiosidade de faze-la quando você não estiver por perto;
-Peça para ele ajudar no banho, entregando-lhe o shampoo, organizando as roupinhas do bebê que serão trocadas....

Enfim, deixe a criança participar deste momento. Se ela se ver envolvida será muito mais fácil de aceitar a chegada no novo membro da família.

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